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quinta-feira, 23 de março de 2017

Meu cantinho Montessori

Espaço Montessori


Sou fã dos espaços de brincar Montessorianos.
Divirto-me imenso a preparar estes cantinhos cá em casa.  Este preparei na sala de estar, é um espaço que vai evoluindo consoante o desenvolvimento da minha pequena. 

                                           



No início era somente um tapete no chão com um espelho e um ginásio. Agora é um espaço com uma área maior, com alguns brinquedos e livros dentro de cestos, tudo ao alcance dela.
Também coloco ficheiros de imagens ao seu nível visual. Neste caso, tem um cartaz com os objetos mais conhecidos por ela.






O que podemos colocar nestes espaços de brincar:
- Ter um espaço onde o bebé ou criança se possa mover e explorar livremente;
- Uma estante com materiais e brinquedos para explorar;
-   Um espelho ao nível da criança;
-  Imagens ou fotos da família, ao nível da criança;
-  Materiais naturais (se possível);
- Uma cama/colchão no chão;
- Imagens de pinturas famosas.



Existem muitas maneiras diferentes de preparar um cantinho Montessori, pode ser no quarto da criança, na sala de estar ou até mesmo na cozinha.

Seja qual for o ambiente o que importa é que todos se divirtam.

Alguém por ai também tem cantinhos Montessori que queiram partilhar.

Bom trabalho!!!


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Para os primeiros dias...

Um kit divertido para os primeiros dias na Creche


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Que tal este conjunto de materiais para fazer as delícias dos mais pequenos nos primeiros dias de adaptação?!?

Um fantoche brincalhão chamado Pimpão, para cantar os Bons dias e outras lindas canções.

Um livro para explorar, ver e inventar muitas histórias.

E as bolinhas de sabão para fazer sorrir, para cantar e proporcionar momentos de imensa alegria e diversão...

Como se sabe, nesta etapa devemos tentar criar uma relação mais pessoal com as crianças, podemos fazer muitas outras brincadeiras... Muitas carícias, jogos de esconde-esconde, falar, gestos, canções, beijinhos  e claro, deixar que explorem os objetos e o espaço  aproveitando para observar o seu comportamento.

Tudo para que estes dias sejam o menos difíceis possível para todos.

Bom trabalho

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Massagem para bebés

Os bebés gostam e precisam muito de contato, especialmente pele com pele. Esse tipo de contato é essencial e contribui para que eles cresçam e se desenvolvam. Além de criar laços afectivos, a massagem alivia a criança quando ela está irritada ou com cólicas.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Porque mordem as crianças?!?

Espaço Informação:


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Por que é que as crianças pequenas se mordem umas às outras e às vezes até a si mesmas? 


Escrito pela psicopedagoga Claudia Sousa e foi retirado daqui:  http://educacaodeinfancia.com/morder-na-creche/


"Uma coisa muito comum nas Creches – mas que costuma provocar muita preocupação nos pais – são as mordidelas. Principalmente no período de adaptação, em que, além da maioria das crianças estar a viver a sua primeira experiência social extra-familiar, os grupos estão em fase de formação, de  “primeiras impressões”, ou em situações de entrada de crianças novas para a sala, as mordidas quase sempre fazem parte da rotina diária das crianças. Não é fácil lidar com esta situação, tanto para os pais (é muito doloroso receber o filho com marcas de mordida!), quanto para nós, Educadores (que nos sentimos impotentes, na maioria das vezes, sem conseguir impedir que elas aconteçam).



As crianças pequenas geralmente mordem para conhecer. Para elas, tudo o que as cerca é objeto de interesse e alvo de curiosidade, inclusive as sensações. O conceito de dor, por exemplo, é algo que vai sendo construído a partir das suas vivências pessoais e principalmente sociais, e não é algo dado à priori.


Mordendo o outro, a criança experimenta e investiga elementos físicos, como a sua textura (as pessoas são duras? São moles? Rasgam? Partem?), a sua consistência, o seu gosto, o seu cheiro; elementos “sexuais” (no sentido mais amplo da palavra), na medida em que morder proporciona alívio para as suas necessidades orais (nelas, a libido está basicamente colocada na boca) e ainda investiga elementos de ordem social, isto é, que efeitos esta ação provoca no meio (o choro, o medo ou qualquer outra reacção do amiguinho, a reprovação do Educador, etc).


É claro que, vencida esta primeira etapa de investigação, algumas crianças podem persistir em morder, seja para confirmar as suas descobertas ou para “testar” o meio ambiente (disputa de poder,
questionamentos de autoridade, etc). Ou ainda, pode ser uma tentativa de defesa: ela facilmente descobre que morder é uma atitude drástica. Raramente a mordida é um acto de agressividade, e muito menos de violência, a não ser que estejam a viver alguma situação de intenso stress emocional em que todos os demais recursos estejam esgotados."




Pais e educadores teremos que ter muita paciência nesta fase.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Atividades sensoriais

Quadros para atividades sensoriais


Os bebés gostam de sentir todos os tipos de texturas, então que tal fazer os nossos próprios muros/placares sensoriais...
Com alguns materiais de baixo custo e alguma criatividade saem quadros sensoriais que são uma autêntica diversão para os mais pequenos.

Aqui ficam algumas ideias...

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Deixar a fralda

Olá a todos

Finalmente está calor, época favorável para que as crianças deixem as fraldas. Pais e educadores começam a pensar e a preparar esta nova etapa.

Pode ser um pouco estranho para a criança no início, porque não está habituada, mas vai acabar por gostar se tudo for feito em articulação e harmonia.

Aqui ficam alguns conselhos que ajudam nesta fase!

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Ir ao bacio




  • O controlo dos esfíncteres não é um reflexo fisiológico simples, mas sim um comportamento da criança no seu todo, que depende de um processo de amadurecimento;

  • Quando se deve começar a habituar a criança ao bacio? A resposta não pode ser generalizada, o treino só deve ser iniciado quando a criança começa a ser capaz de ter mições abundantes e espaçadas, aparecendo com as fraldas secas durante algumas horas, em intervalos relativamente regulares, e quando começa a perceber que tem vontade de eliminar fezes ou urina, isto manifesta-se com atitudes posturais e faciais caraterísticas;

  • A criança não deve ser obrigada a permanecer sentada no bacio, sem entender porquê ou para quê, tendo a sensação que não corresponde às expetativas dos adultos. O treino não deve ser rígido, mas integrado na aprendizagem diária da criança, com tanta importância como aprender a vestir-se ou comer sozinha;

  • O treino deverá ser feito, se possível, sempre às mesmas horas e apenas durante 5 ou 10 minutos. A criança pode ter um brinquedo ou um livro durante este tempo e não deverá nunca estar sozinha, mas sim acompanhada por outras crianças ou adultos;

  • É importante motivar a criança comemorando sempre que consegue eliminar urina ou fezes no bacio, não sendo permitida a punição / humilhação quando tal não acontece;

  • A criança deverá ver o que eliminou e posteriormente deitar na sanita;

  • Sempre que acontece um acidente a roupa deve ser mudada imediatamente, sem fazer má cara. Trata-se de um processo perfeitamente normal;

  • À medida que o tempo passa o hábito acaba por instalar-se sem dificuldades, embora seja de esperar que em dias de maior excitabilidade a criança não consiga reter a urina. Há que demonstrar compreensão, evitando exercer pressões excessivas sobre a criança que apenas contribuirão para piorar a situação;

  • A maioria das crianças consegue controlar a eliminação diurna de fezes e urina entre os 18 e os 36 meses. O controlo da eliminação noturna é mais tardia, dependendo da maturação das funções orgânicas durante os ciclos de sono e do seu equilíbrio emocional e afetivo.


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Para fazer em casa e na escola 




  • Leve o seu filho para a escola com roupas práticas, para que ele próprio comece a ser capaz de se despir sozinho;

  • Leve o seu filho com umas cuecas vestidas mesmo que seja por cima da fralda. Mais tarde, quando a criança controlar mais a mição, será aconselhável que venha e vá para casa sem fralda;

  • Não esquecer as mudas de roupas, se o seu filho se molhar precisa de outra muda de roupa completa, são necessárias bastantes cuecas (cerca de 10 pares), camisolas, calças ou calções (bastantes aquando a iniciação do treino) e de preferência um par de sandálias/chinelos suplente e fácil de secar;

  • Trata-se de um processo gradual, logo, é aconselhável que seja iniciado com um pequeno grupo de crianças. Conforme estas vão sendo capazes de controlar os esfíncteres, outras crianças serão introduzidas.

  • É importante que para que o retirar das fraldas decorra o melhor possível, a escola e os pais estejam em sintonia. O diálogo com a educadora e equipa é essencial neste processo.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Hora do conto: A filha do Grufalão

Continua a ser uma das minhas histórias infantis preferidas.

Aqui fica a sugestão para a hora do conto. Que tal contar a história a cantar...

Aqui fica a versão da Alda Casqueira:


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Lagartinha muito comilona - LER & FAZER

Sugestões de atividades e competências que se podem trabalhar depois de ler o livro


"A lagartinha muito comilona"

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Linguagem


  • Possibilitar que a criança se familiarize com o código escrito;

  • Possibilitar que a criança realize a leituras de imagens;

  • Expressar-se através do corpo e da voz;

  • Ser capaz de brincar ao faz-de-conta imitando personagens da história;

  • Observar e descrever as imagens ou situações;

  • Utilizar fantoches.

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Caixa Sensorial "A Lagartinha comilona" 

Caixa Sensorial "A Lagartinha comilona"


Expressão Motora (motricidade fina e global)

  • Promover o desenvolvimento da motricidade global, tendo em conta diferentes formas de locomoção e possibilidades do corpo (rastejar, rolar, cambalhota, saltar etc...);

  • Desenvolver a motricidade fina, permitindo a manipulação de objetos.

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Cognição 


  • Desenvolver o raciocínio lógico-matemático, através de jogos muito simples;

  • Promover atividades exploratórias de observação e descrição de atributos dos materiais, das pessoas e dos acontecimentos;

  • Fomentar uma educação para a saúde e bem-estar.





Caixa Sensorial "A Lagartinha comilona"

Caixa Sensorial "A Lagartinha comilona"


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São imensas as atividades que podemos fazer depois de ler este livro, basta observar os interesses das crianças e usar a imaginação.

Bom trabalho e boas aprendizagens

terça-feira, 31 de março de 2015

Actividades simples e criativas para várias idades

33 atividades baratas que manterão seus filhos ocupados por muito tempo...


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http://www.buzzfeed.com/mikespohr/33-atividades-abaixo-de-u10-que-manterao-seus-fil#.xlkP9Ypao


Bom trabalho