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quarta-feira, 8 de julho de 2015

A diferença entre brincar e ter brinquedos

O brincar já nasce com a criança, se alimentarmos e mantivermos vivo esse espírito de brincar e criar, estaremos a estimular a curiosidade, imaginação e criatividade da criança.

Como diz no texto abaixo, é importante respeitar a relação da criança com o brincar.

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Artigo completo aqui:

http://naescola.eduqa.me/atividades/a-diferenca-entre-brincar-e-ter-brinquedos/

domingo, 5 de julho de 2015

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Miudos de 2015

Mário Cordeiro, pediatra, traça o perfil actual das crianças portuguesas: viciadas em tecnologia e fast food, são solitárias e carentes.

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terça-feira, 16 de junho de 2015

Quando os pequenos não querem comer

8 dicas para lidar com crianças que não querem comer


Que criança já não passou pela fase do não querer comer?!?

E como pode ser frustrante para os pais passarem tempos à mesa ou terem que lidar com birras intermináveis e, num instante, a hora do comer se transforma num pesadelo.

Aqui ficam algumas dicas para lidar melhor com possíveis hostilidades na hora do comer e também para  conseguir fazer da hora da refeição uma hora de paz e harmonia entre a família.

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Há fotografias de crianças que não podem estar na internet.

Hoje em dia, com toda a tecnologia  disponível temos a possibilidade de fotografar tudo o que vemos no imediato. O problema é que já não fotografamos somente com a ideia de eternizar certos momentos das crianças, mas sim para colocar nas redes sociais. O que nos esquecemos é que uma fotografia na net ficará disponível para sempre, alguém a pode guardar, isto pode tornar-se um problema para uma criança, ainda mais quando se fala tanto em pedofilia, roubo, sequestro, bullying etc, é da responsabilidade dos pais, familiares e educadores  manter a segurança e a privacidade das crianças

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Veja aqui:

http://amulherequemanda.sapo.pt/ha-fotografias-dos-nossos-filhos-que-nao-podem-estar-na-internet

domingo, 3 de maio de 2015

Criança precisa de limites

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Ensinar regras para às crianças exige a compreensão e esforço dos pais. É importante ser explícito com o seu filho, mostrando-lhe o que pode e o que não pode ser feito, e quais serão as consequências dos seus atos e atitudes.

No entanto, vale sempre lembrar que violência e castigos severos prejudicam o desenvolvimento da criança.

http://www.paisefilhos.com.br/crianca/crianca-precisa-de-limites

terça-feira, 14 de abril de 2015

5 Competências a desenvolver com o seu filho

In:

http://uptolisbonkids.com/2015/03/02/5-competencias-que-deve-desenvolver-com-o-seu-filho-de-4-anos/

Não é segredo nenhum que todos os pais querem que os filhos tenham um futuro promissor e que acreditam que isso passa por um bom desempenho escolar. Como reflexo da competitividade existente, hoje em dia, no mundo laboral, os pais projetam os seus receios e frustrações na criança e, na expectativa de aumentar as probabilidades de criar adultos bem sucedidos, muitos caiem na rasteira de ensinar os seus filhos a ler ou a realizar estratégias de cálculo aos 4 anos, acabando por ficar esquecido o que realmente é importante que uma criança dessa idade aprenda. A pensar nesta questão, deixo aqui 5 competências que pode e deve trabalhar com o seu filho no pré-escolar, para que tenha uma entrada na escola tão confortável, tranquila e produtiva quanto possível.

MOTRICIDADE FINA
A Motricidade fina é a capacidade de executar movimentos precisos das mãos e dedos com controlo e destreza. É uma das competências chave a ser desenvolvida desde tenra idade pois o seu desenvolvimento possibilita, à posteriori, bons resultados no desenvolvimento da aquisição da escrita.
Normalmente, aprender a escrever é associado a uma atividade mental, quando na realidade é uma atividade bastante física. O cérebro da criança pode perceber o conceito de escrita, mas se a motricidade fina não estiver suficientemente desenvolvida  terá muita dificuldade em desenhar as letras. Ensinar o seu filho a pegar corretamente numa caneta e fazer uso dela, pode dar uma vantagem significativa no inicio da escola.
Como trabalhar a motricidade fina?
Rasgar, recortar por uma linha, pintar sem sair dos riscos e fazer plasticina, são algumas das atividades que ajudam a desenvolver a motricidade fina. Quanto mais pequenos/curtos forem os movimentos, mais difícil será. Por isso, pode, por exemplo, pedir ao seu filho que faça um animal em plasticina. A seguir, a cama do animal, e depois a comida. O seu filho acabará por enrolar entre os dedos pequenas quantidades de plasticina aumentando com este exercício a destreza e os movimentos finos.

ESCUTA ATIVA
Uma das coisas mais difíceis que as crianças precisam de aprender é como escutar ativamente, ou seja, saber estar a ouvir. Devido ao avanço da tecnologia, hoje em dia as crianças são muito impacientes, pois estão habituadas a ter respostas de acesso fácil e rápido às questões que lhes aparecem. Por isso, quando estão sentadas numa sala a “ter que” ouvir um professor a falar, não é fácil para elas. Há uma grande probabilidade que se desconcentrem ates de ouvir o fim à primeira frase e entrem no mundo da lua.  Os conceitos básicos para saber ouvir são fazer contato com os olhos, não interromper e usar perguntas para esclarecer informações.
Como trabalhar a escuta ativa?
O primeiro e mais importante passo é saber ouvi-los também. As crianças, especialmente em idade de crescimento imitam tudo o que os pais fazem. Por isso, se for dada à criança a devida atenção enquanto fala, também ela responderá da mesma maneira. Conversar com eles e habituá-los a trocar impressões sobre os vossos dias. Contar histórias, com o livro virado para a criança, e dar espaço a que façam perguntas para garantir que perceberam e ouviram todo o conto.

CRIATIVIDADE
Ser criativo não é só ser artista e fazer obras de arte. A criatividade tem a ver com a capacidade de conseguir interligar, saber relacionar conceitos. e gerar ideias novas e exprimir-se de uma fora original. É essencialmente, dar asas à imaginação e conseguir pensar fora da caixa. Estimular a criatividade nas crianças, é dar-lhes uma ferramenta valiosa para a vida.
Como estimular a criatividade?
Através da  brincadeira. Brincar ao faz de conta, em que a criança finge ser outra personagem qualquer, de preferência criada por ela, de forma a trabalhar melhor os detalhes da mesma e obrigando a um maior estímulo do imaginário. Imaginar cenários nas brincadeiras: “Agora aqui era a cozinha e esta era a mesa de refeições”. Utilizar acessórios e roupas para brincar, mascarar-se. Jogar à mímica.
Através do desenho. Brincar ao jogo “Acaba o desenho que comecei”, fazendo um rabisco aleatório que a criança tem de transformar num desenho; Fazer desenho livre, pinturas. Fazendo modelagem com plasticina ou barro. Criando os materiais que precisam em casa nomeadamente as plasticinas e tintas caseiras. Contar histórias e pedir-lhes que inventem um fim diferente. No fundo tudo o que se traduza em criação, originalidade, fantasia e imaginação será um bom mote para estimular esta competência.

CONCENTRAÇÂO
O excesso de estímulos a que as crianças estão sujeitas diariamente resultam numa fraca concentração para tudo o que requeira mais de 5 minutos parados a realizar uma tarefa. No entanto, desenvolver esta competência com peso e medida é não só uma mais valia a nível escolar, como a nível pessoal. Uma criança concentrada é mais calma, mais bem estruturada e capaz de aprender de forma fluída e sem grande esforço.
Como estimular a concentração?
Através de Jogos. Jogos com outras crianças, nomeadamente jogos de tabuleiro, que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planeada, sistemática e ordenada. Puzzels, dominós e jogos de memória. Legos e jogos de construção. Jogos ao livre, nomeadamente o jogo da macaca, que não requer recursos quase nenhuns e exige coordenação motora, socialização, e ajuda no desenvolvimento de tolerância à frustração bem como, contato com limites e regras. Estes jogos ajudam a criança a agir de forma pensada e não impulsiva. Ouvir histórias ou um desporto de equipa são outras actividades que estimulam a concentração.

ORGANIZAÇÃO
Habituar uma criança a ser organizada desde muito cedo, trará não só benefícios a nível escolar como dará estabilidade emocional à criança. Porquê? Porque os nossos filhos sentem-se seguros na organização. As crianças gostam de saber o que vai acontecer a seguir. Quando uma criança sabe que  vai dormir a determinada hora,  já entra no “modo desligar” à medida que o horário se aproxima. A organização e as rotinas são um elemento fulcral para o bem estar de uma criança.A organização do seu espaço, ajuda-a a criar hábitos para que não se sinta destabilizada e assoberbada quando entrar para a escola. Ter uma secretária arrumada e com espaço para o material, nomeadamente as folhas, canetas, lápis, etc, é meio caminho andado para que a criança se habitua a trabalhar e a arrumar esse espaço, facilitando mais tarde a aquisição de hábitos de estudo.
Como trabalhar a organização?
Em primeiro lugar, através das rotinas de família. Ter a rotina de refeições e sonos bem definida é essencial para que a criança sinta necessidade de também ser organizada. Criar sistemas de caixas, por exemplo, para organizar os brinquedos, e insistir para que os arrume sempre após a brincadeira. Pode colar etiquetas com desenhos, ou nomes escritos: embora não saiba ler, a capacidade de uma criança decorar um nome é como decorar um símbolo. O mesmo em relação ao material escolar, quando acaba de pintar, arrumar os lápis para saber onde estão quando precisar deles.

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Bom trabalho e boas aprendizagens

domingo, 5 de abril de 2015

A importância de ensinar seu filho a perder

Artigo interessante...

"Nenhum pai ou mãe quer que o filho sofra: e, sim, muitas vezes é difícil dizer “não” e testemunhar a frustração da criança. Acontece que esse gesto simples é o primeiro passo para criar um indivíduo tolerante e que saiba lidar com as decepções da vida. “As perdas do dia a dia são uma oportunidade que ela aprenda em um ambiente protegido antes de enfrentar o mundo”, ensina a psicóloga infantil Silvana Rabello, da PUC-SP.

Por isso, nada de deixar o filho ganhar toda vez que for jogar com ele, seja no futebol ou no videogame. Para a terapeuta familiar Roberta Palermo, de São Paulo, os pais devem aproveitar esse momento, inclusive, para observar como o filho se comporta. Assim podem ajudá-lo, caso ele esteja com dificuldade para aceitar as derrotas. E qual a melhor maneira de ensiná-lo a perder? Explicando, por exemplo, que errar faz parte do aprendizado e que ele pode se empenhar mais para acertar da próxima vez. “As frustrações, entretanto, precisam ser compatíveis com a idade da criança”, alerta a terapeuta. Em outras palavras, você não precisa esconder do seu filho a morte do bicho de estimação, mas talvez seja uma boa ideia poupá-lo dos problemas financeiros da família.

Perder é bom
Isso mesmo. Embora o erro e o fracasso sejam mal vistos na sociedade atualmente, os especialistas apontam que a recusa em aceitá-los pode gerar angústia. Afinal, a vida é feita de perdas e ganhos, e é papel dos pais preparar o filho para essa realidade. “Comprar a ideia de que a felicidade está em sempre conseguir tudo o que queremos é um equívoco, que pode até mesmo levar à depressão”, acredita Silvana Rabello. Ela defende que vale a pena mostrar à criança o prazer do processo – e não apenas do resultado. “Aí, tanto faz se você ganha ou perde: o que importa é a jornada”, conclui. Pense nisso."

In:

http://revistacrescer.globo.com/Os-primeiros-1000-dias-do-seu-filho/noticia/2015/02/importancia-de-ensinar-seu-filho-perder.html

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Castigo para pensar nem pensar!

Sempre fui contra esse tipo de castigo... Um dia queremos que as crianças pensem e gostem de reflectir  e elas vão pensar que estão de castigo.

Sejamos mais críticas nas nossas práticas...

Veja aqui:
Pense bem antes de mandar seu filho pensar sobre um erro que ele cometeu. Você acha mesmo que ele está preparado pra isso?



Por Por Silvia Braccio, mãe de Pedro e Rafael


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